feias menos favorecidas no quesito beleza, vamos ser politicamente corretos.
Como artigo inicial, vou contar uma história que rendeu e rende até hoje altas risadas na roda de meus amigos, é de um camarada que vou tentar preservar o nome, mas quem o conhece e ler essas linhas terá certeza do personagem principal a que me refiro.

O malandro sai do trampo sexta a tarde depois de uma semana de árduo trabalho em um
escritório, e já pega o coletivo (bonde , busão, como você quiser chamar) pensando em diversão, quando se depara com aquela garota de velhos embalos e resolve dar uma esticadinha no expediente, como é natural nos dias de verão, a chuva no final de tarde é torrencial e os beijos e amassos rolam na rua mesmo debaixo de chuva como se fossem dois colegiais, o resto fica por conta da imaginação dos leitores, porque meu intuito aqui não são contos eróticos, muito menos onde o personagem principal seja um brother meu.
Enfim, depois da aventura ele vai pra casa, com o peito estufado de orgulho, por ser um macho caçador e pegador que sabe aproveitar as oportunidades, se lembra que tem mais um desafio para aquele comecinho de noite… enfrentar a dona patroa e dar conta do atraso!!!
Com esses pensamentos tempestuosos, já não sabe se deseja voltar pra casa, o medo vai
tomando conta de seu corpo e suas pernas ficam indecisas de que caminho seguir, a chuva começa a ficar gelada e com isso ele resolve: “Vou pra casa! Afinal sou homem ou um saquinho de pipoca?”.
Chegando em casa, com pés de veludo, vai entrando devagarzinho na casa, e nada da mulher na cozinha, nada no banheiro, área, quartinho dos fundos, e nada da dona patroa. Feliz por escapar do interrogatório, o malandro volta a respirar aliviado já se sente a vontade e assim resolve, dar uma ligadinha pra menina que tinha dado uns amassos, pois esse é o agrado que a mulheres esperam, só um pouco de atenção e nessa arte o cara sabe que tem os dons de garantir os frutos de amanhã.
Malandro: “ E aí gata, já chegou? To todo molhado mas valeu a pena… E vc ta molhadinha?”
Após essa frase o malandro ouve um ruído dentro da casa e já fica de sobre alerta, vai se virando devagar e quando olha pro patamar da porta da sala, vê que o pior estava pra acontecer, a dona onça estava lá!(nisso o negão afro-brasileiro ficou mais branco que o gasparzinho) e com um olhar fulminante de causar medo até no Capitão Nascimento.
O dedo foi mais rápido que a mente e nosso bom malandro desligou o telefone na hora, e como qualquer animal acuado atacou pra se defender:
Malandro: “Onde você estava que eu olhei a casa toda?”
Onça: “quem era a vaca??? Eu estava embaixo da cama!!!”
Malandro: “Hein?! Não é possível!!!”
Não era mesmo possível a cama é de madeira maciça e tem menos de um palmo do chão até o estrado, a dona onça fez um esforço tremendo pra se enfiar embaixo da cama pra esperar o malandro chegar, e um esforço sobre humano pra sair do seu esconderijo.
Resultado disso tudo foi uma sala destruída, sobrou até pro quadro de casamento que serviu pra estraçalhar a mesinha de vidro que ficava no centro da sala, e um casamento que depois disso não agüentou nem mais uma ventania.
E como tudo, aprendo com meus erros e com os erros do próximos, e dessa história eu tirei que mesmo com pé de veludo, temos que nos lembrar de olhar embaixo da cama!!!
tiuzao é um amigo de longa data e novo colunista no XBacon! De vez em quando ele estará compartilhando histórias com a gente em sua coluna: Confissões de um Fanfarrão !!
Compare preços de Flores e Cestas no JaCotei para presentar a sua respectiva e redimir-se daquela mancada !
































7 Comentários ↓
hahaha que nonsense!
É um a lição de vida, hahahaha
O galera este blog já foi melhor heim ? O que esta havendo ?
Qual é o nosso problema amigo?
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Essa foi foda… hahaha…
Ai pessoal num liga naum, eu so o maxo do zé… e num comi ele direito ontem…. entaum ele ta revoltado….
O Zé…
Passar bem!
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